Já ouviste falar do barunut?
gebana traz a castanha de baruna para a Europa como um novo alimento
A gebana traz a leguminosa rica em proteínas do Cerrado brasileiro diretamente para a Europa - onde ainda é considerada uma verdadeira descoberta. Quem compra as nozes contribui diretamente para a preservação de um dos ecossistemas mais ricos em espécies do mundo.
Barunuts
gebana
O "diamante negro" do Cerrado
A maioria das pessoas nunca ouviu falar da castanha de baruna - não é de admirar: mesmo no Brasil, ela ainda é uma dica privilegiada. Na Europa, é considerado um novo alimento, o que significa que só recentemente foi autorizado. Na sua terra natal, chama-se "cumbaru", que significa "diamante negro", e a sua origem é igualmente especial: crescem selvagens no Cerrado, uma paisagem de savana com dois milhões de quilómetros quadrados e uma biodiversidade extraordinária, em árvores com até 25 metros de altura.
Rica em proteínas e pobre em gorduras
É surpreendente que a baruna seja tão pouco conhecida. Isto porque, para além do seu bom sabor, têm propriedades nutricionais interessantes. Botanicamente, são uma leguminosa e contêm bastante mais proteínas do que as nozes ou as avelãs, mas menos gorduras e mais fibras. Um perfil nutricional que também agrada aos desportistas. O seu sabor lembra o do amendoim, com notas de café e cacau, e a sua casca fina também pode ser consumida. Picado grosseiramente, também fica bem em muesli ou papas de aveia e também pode ser utilizado na pastelaria. A gebana fornece o Barunut numa embalagem de 500 gramas, que é enchida localmente no Brasil. Isto poupa material de embalagem, simplifica o transporte e a logística e ajuda a manter a cadeia de abastecimento eficiente.
Coleta selvagem em vez de cultivada
A castanha de baruna não pode ser cultivada em monoculturas, mas é completamente dependente do ecossistema natural do Cerrado. Assim que as castanhas amadurecem, caem sozinhas no chão e são apanhadas por colectores entre julho e novembro. Para cerca de 130 famílias, incluindo comunidades indígenas, a castanha de baruna é uma importante fonte de rendimento adicional. A gebana trabalha em conjunto com o processador brasileiro Biodivér, que organiza a recolha, a quebra e a transformação da castanha no Brasil. A castanha de baruna é um exemplo de uma abordagem diferente ao comércio: uma cadeia de abastecimento conscientemente justa que cresce organicamente e na qual as pessoas locais estão envolvidas no sucesso económico, de modo a que o valor acrescentado permaneça no país de origem.
Lanche com impacto
O Cerrado é um dos ecossistemas com maior biodiversidade do mundo, mas está sob pressão crescente: grandes áreas estão a ser desmatadas para o cultivo de soja, campos de milho e criação de gado. Como a castanha de baruna é colhida na natureza, existe um incentivo económico para deixar as árvores de pé - e assim preservar a paisagem a longo prazo.
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